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	<title>CLICKAMBIENTE</title>
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	<description>Educação e percepção ambiental</description>
	<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 01:27:13 +0000</pubDate>
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		<title>Não tenho vergonha, levo a minha sacola</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 01:27:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O saco pl&#225;stico virou um v&#237;cio. Mesmo em supermercados que incentivam&#160;a utiliza&#231;&#227;o de sacolas recicl&#225;veis, pouqu&#237;ssimas pessoas buscam esta alternativa.&#160;Ser&#225; que &#233; feio&#160;levar uma sacola de casa?? Sempre que posso levo&#160;a minha. J&#225; me acostumei com a cara dos caixas e das pessoas que me olham com um ar de espanto. Mal sabem eles que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O saco pl&aacute;stico virou um v&iacute;cio. Mesmo em supermercados que incentivam&nbsp;a utiliza&ccedil;&atilde;o de sacolas recicl&aacute;veis, pouqu&iacute;ssimas pessoas buscam esta alternativa.&nbsp;Ser&aacute; que &eacute; feio&nbsp;levar uma sacola de casa?? Sempre que posso levo&nbsp;a minha. J&aacute; me acostumei com a cara dos caixas e das pessoas que me olham com um ar de espanto. Mal sabem eles que nos EUA e em outros Pa&iacute;ses da Europa voc&ecirc; vai ao supermercado comprar&nbsp;&agrave;gua e n&atilde;o&nbsp;garrafa pl&aacute;stica. Nos supermercados destes&nbsp;pa&iacute;ses existem enormes reservat&oacute;rios com torneiras. Neles voc&ecirc; coloca uma moeda e enche a sua garrafa. Todo mundo leva o seu vasilhame e ningu&eacute;m acha feio. Todos deveriam fazer uma reflex&atilde;o e questionar suas atitudes. Todos deveriam imitar apenas os costumes que trazem realmente benef&iacute;cio para a sa&uacute;de,&nbsp; para o bem estar do nosso ambiente e para o futuro da sociedade como um todo.</p>
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		<title>Lembre-se: consciência começa pelos Países baixos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 01:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulogstahnke</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Procure utilizar sempre papel higi&#234;ncio n&#227;o&#160;clorado. Na falta destes, prefira aqueles que utilizem tecnologia TCF (Total Chlorine Free), que elimina totalmente o emprego de compostos clorados para o branqueamento da celulose. Estes compostos fazem muito mal ao meio ambiente.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Procure utilizar sempre papel higi&ecirc;ncio n&atilde;o&nbsp;clorado. Na falta destes, prefira aqueles que utilizem tecnologia TCF (Total Chlorine Free), que elimina totalmente o emprego de compostos clorados para o branqueamento da celulose. Estes compostos fazem muito mal ao meio ambiente.</p>
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		<title>O que é Lixo?</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 18:22:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulogstahnke</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#34; Sebasti&#227;o Pinheiro sabiamente nos diz que lixo&#160;&#233; um conceito humano e individual, pois n&#227;o h&#225; lixo sem um DONO que o gerou, nem h&#225; lixo sem o ATO DE IRRESPONSABILIDADE que &#233; o seu abandono&#34;. 
PINHEIRO, Sebasti&#227;o. Cartilha do lixo. Porto Alegre: Gr&#225;fica Editora La Salle, 2001.
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&quot; Sebasti&atilde;o Pinheiro sabiamente nos diz que lixo&nbsp;&eacute; um conceito humano e individual, pois n&atilde;o h&aacute; lixo sem um DONO que o gerou, nem h&aacute; lixo sem o ATO DE IRRESPONSABILIDADE que &eacute; o seu abandono&quot;. </p>
<p align="justify">PINHEIRO, Sebasti&atilde;o. Cartilha do lixo. Porto Alegre: Gr&aacute;fica Editora La Salle, 2001.</p>
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		<title>A natureza vista como fonte de recurso</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 01:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulogstahnke</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;(*)Para explicar como a vis&#227;o de uma natureza vista como fonte de recursos influenciou o desenvolvimento capitalista, n&#243;s teremos que retornar ao passado, ao per&#237;odo cl&#225;ssico grego, quando no apogeu da democracia grega esta vis&#227;o come&#231;ou a tomar forma atrav&#233;s dos fil&#243;sofos Plat&#227;o e Arist&#243;teles. S&#227;o eles que, atrav&#233;s de suas id&#233;ias, come&#231;aram a privilegiar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;(*)Para explicar como a vis&atilde;o de uma natureza vista como fonte de recursos influenciou o desenvolvimento capitalista, n&oacute;s teremos que retornar ao passado, ao per&iacute;odo cl&aacute;ssico grego, quando no apogeu da democracia grega esta vis&atilde;o come&ccedil;ou a tomar forma atrav&eacute;s dos fil&oacute;sofos Plat&atilde;o e Arist&oacute;teles. S&atilde;o eles que, atrav&eacute;s de suas id&eacute;ias, come&ccedil;aram a privilegiar o homem e a id&eacute;ia em detrimento da natureza. <br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com o passar do tempo, a assimila&ccedil;&atilde;o dessa vis&atilde;o aristot&eacute;lico &ndash; plat&ocirc;nica pelo cristianismo, durante toda a Idade M&eacute;dia, acabou levando a cristaliza&ccedil;&atilde;o da separa&ccedil;&atilde;o entre esp&iacute;rito e mat&eacute;ria. A partir de ent&atilde;o, a exist&ecirc;ncia da id&eacute;ia de um Deus &uacute;nico e todo poderoso, o qual est&aacute; acima de tudo e de todos e, de que o homem foi criado &agrave; sua imagem e semelhan&ccedil;a, fez com que o homem se visse como um &ldquo;ser privilegiado&rdquo;, superior, antropoc&ecirc;ntrico. <br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas &eacute; com Descartes que essa oposi&ccedil;&atilde;o homem &ndash; natureza, esp&iacute;rito &ndash; mat&eacute;ria, sujeito &ndash; objeto se torna mais completa, constituindo-se no centro do pensamento moderno e contempor&acirc;neo. Com isso, dois aspectos da filosofia cartesiana tornam-se fundamentais e acabam marcando a modernidade. O primeiro &eacute; o car&aacute;ter objetivo, direto, eficiente que o conhecimento adquire, fazendo com que o pensamento cartesiano enxergue a natureza como um recurso, um meio para se atingir o fim. O segundo aspecto &eacute; o antropocentrismo, onde o homem passa a ser visto como o centro do mundo; o sujeito em oposi&ccedil;&atilde;o ao objeto, &agrave; natureza. O Antropocentrismo consagra a capacidade humana de dominar a natureza. A partir dessa vis&atilde;o, o homem, atrav&eacute;s do uso da ci&ecirc;ncia e de seus m&eacute;todos, pode penetrar os mist&eacute;rios da natureza e, assim, tornar-se senhor e possuidor da mesma. <br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com o surgimento, ent&atilde;o, do iluminismo no s&eacute;culo XVIII, qualquer tra&ccedil;o religioso medieval &eacute; apagado, sendo a cr&iacute;tica &agrave; meta &ndash; f&iacute;sica uma constante, passando-se a creditar a vis&atilde;o de que, para se compreender o mundo, o homem dever&aacute; partir do &ldquo;pr&oacute;prio&rdquo; mundo e n&atilde;o de dogmas religiosos ou que est&atilde;o al&eacute;m desse mundo, ou seja, metaf&iacute;sicos. A revolu&ccedil;&atilde;o Industrial chega embasada nessas id&eacute;ias pragm&aacute;ticas, onde a ci&ecirc;ncia e a t&eacute;cnica adquirem um significado central na vida dos homens, sendo a natureza cada vez mais vista como um objeto a ser dominado. <br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A partir de ent&atilde;o, a ci&ecirc;ncia &eacute; subdividida em f&iacute;sica, qu&iacute;mica e biologia e o homem em economia, sociologia, antropologia, hist&oacute;ria, psicologia etc. Qualquer tentativa de pensar o homem e a natureza de uma forma org&acirc;nica e integrada torna-se cada vez mais dif&iacute;cil. O homem passa ent&atilde;o a ter uma vis&atilde;o fragmentada do mundo em que vive. <br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com isso, a id&eacute;ia de uma natureza objetiva e exterior ao homem, que pressup&otilde;e uma id&eacute;ia de homem n&atilde;o &ndash; natural e fora da natureza, cristaliza-se com a civiliza&ccedil;&atilde;o industrial inaugurada pelo capitalismo e auxilia no surgimento, no mundo ocidental, de uma vis&atilde;o de que a natureza era apenas uma fonte de recursos. <br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sem d&uacute;vida, essa vis&atilde;o tornou-se fundamental no desenvolvimento capitalista. <br />(*)Autor: Paulo Guilherme Stahnke</p>
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		<title>Holística, sistêmica e interdisciplinaridade</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 01:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulogstahnke</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#160;&#160;(*) A vis&#227;o hol&#237;stica - segundo o Aur&#233;lio, &#233; aquela que d&#225; prefer&#234;ncia ao todo ou a um sistema completo - veio como uma nova forma de enxergar o mundo, isto &#233;, as partes isoladas de Descartes passaram a ter menos import&#226;ncia, dando espa&#231;o para a forma como essas partes se relacionam. Para isso, &#233; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;&nbsp;(*) A vis&atilde;o hol&iacute;stica - segundo o Aur&eacute;lio, &eacute; aquela que d&aacute; prefer&ecirc;ncia ao todo ou a um sistema completo - veio como uma nova forma de enxergar o mundo, isto &eacute;, as partes isoladas de Descartes passaram a ter menos import&acirc;ncia, dando espa&ccedil;o para a forma como essas partes se relacionam. Para isso, &eacute; necess&aacute;rio que exista uma concep&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica, ou seja, uma forma que permita compreender o mundo atrav&eacute;s de suas rela&ccedil;&otilde;es, de seus sistemas. No entanto, compreender a realidade atrav&eacute;s de sistemas n&atilde;o descarta o conhecimento pr&eacute;vio de cada um dos componentes do sistema. Mas, diferentemente da vis&atilde;o ortodoxa, o conhecimento dos componentes necessita transcender &agrave; exist&ecirc;ncia de cada um deles. Necessita-se compreender cada um como ele pr&oacute;prio e como parte de um todo maior que tem rela&ccedil;&otilde;es diversas, ricas e &uacute;nicas. <br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se desde a cria&ccedil;&atilde;o da filosofia - como m&atilde;e da ci&ecirc;ncia - se viu a sua compartimentaliza&ccedil;&atilde;o disciplinar em hist&oacute;ria natural, matem&aacute;tica, f&iacute;sica, qu&iacute;mica, entre outras, hoje &eacute; necess&aacute;rio que exista uma reconex&atilde;o. N&atilde;o se trata de apenas juntar tudo de novo, mas sim de aprender e trocar o que se puder entre esses diferentes compartimentos - hoje na forma de disciplinas - fazendo que com o tempo e, atrav&eacute;s da interdisciplinaridade, possamos tornar essa conversa mais aberta e profunda. <br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na verdade, &eacute; a pr&oacute;pria interdisciplinaridade que paulatinamente poder&aacute; fazer do desejo de se pensar e de se viver holisticamente uma realidade. Isto porque a interdisciplinaridade abre caminhos para a transdisciplinaridade que, segundo Piaget, n&atilde;o se contenta em atingir intera&ccedil;&otilde;es ou reciprocidades entre pesquisas especializadas, mas em situar essas liga&ccedil;&otilde;es no interior de um sistema total sem fronteiras est&aacute;veis entre as disciplinas. Hoje, a interdisciplinaridade &eacute; um degrau important&iacute;ssimo para essa escalada. <br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Embora a soma das partes n&atilde;o seja igual ao todo, ao confrontarmos diferentes conceitos / pontos de vista, cada um de n&oacute;s tamb&eacute;m estar&aacute; ampliando a pr&oacute;pria experi&ecirc;ncia. Isso nos dar&aacute; uma melhor dimens&atilde;o do qu&atilde;o pr&oacute;ximos ou distantes estamos deste holismo t&atilde;o buscado, tanto na teoria quanto na pr&aacute;tica. <br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ent&atilde;o, uma aula de educa&ccedil;&atilde;o ambiental, que envolva a Matem&aacute;tica, as Artes, a Hist&oacute;ria e a Geografia, al&eacute;m da disciplina de Biologia ou Ci&ecirc;ncias, n&atilde;o necessariamente ser&aacute; um trabalho transdisciplinar, onde todos os conhecimentos estejam intrinsecamente conectados, mas certamente poder&aacute; ser um passo imprescind&iacute;vel para que aprendamos juntos, na teoria e na pr&aacute;tica, nos aproximando cada dia mais daquilo que realmente estamos perseguindo como esp&iacute;rito humano. </p>
<p align="justify">(*) Autor: Paulo Guilherme Stahnke</p>
<p align="justify"></p>
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		<title>Descarte de Resíduos Sólidos</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 17:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulogstahnke</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Estivemos na estrada que d&#225; acesso aos fundos da CEASA/RS, onde constatamos um grande n&#250;mero de Res&#237;duos S&#243;lidos descartados junto &#224; via. Neste local, existe uma enorme quantidade de Taboa (Typha dominguensis, Typhaceae) e o lixo amea&#231;a a sobreviv&#234;ncia das mesmas.
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Estivemos na estrada que d&aacute; acesso aos fundos da CEASA/RS, onde constatamos um grande n&uacute;mero de Res&iacute;duos S&oacute;lidos descartados junto &agrave; via. Neste local, existe uma enorme quantidade de Taboa (<em>Typha dominguensis</em>, Typhaceae) e o lixo amea&ccedil;a a sobreviv&ecirc;ncia das mesmas.</p>
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		<title>Corte em área de preservação permanente</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 13:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulogstahnke</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[No dia 28/10/2008, publicamos no nosso fotolog, as fotos referentes a &#225;rea de preserva&#231;&#227;o&#160;permanente (Lei 4771/65)&#160;que foi parcialmente devastada entre os dias 25 a 28 de outubro de 2008. Foi feita a den&#250;ncia junto a Secretaria de Meio Ambiente de Porto Alegre, que compareceu&#160;no local. Acompanharemos o processo e as provid&#234;ncias que ser&#227;o tomadas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">No dia 28/10/2008, publicamos no nosso fotolog, as fotos referentes a &aacute;rea de preserva&ccedil;&atilde;o&nbsp;permanente (Lei 4771/65)&nbsp;que foi parcialmente devastada entre os dias 25 a 28 de outubro de 2008. Foi feita a den&uacute;ncia junto a Secretaria de Meio Ambiente de Porto Alegre, que compareceu&nbsp;no local. Acompanharemos o processo e as provid&ecirc;ncias que ser&atilde;o tomadas para punir os respons&aacute;veis. </p>
<p>Para acessar as fotos da &aacute;rea devastada: <a href="http://fotolog.terra.com.br/clikambiente">http://fotolog.terra.com.br/clikambiente</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A era do supérfluo e do descartável</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 12:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulogstahnke</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;(*)Estamos vivendo a era do &#8220;sup&#233;rfluo&#8221;, do &#8220;descart&#225;vel&#8221;. O consumo indiscriminado de objetos cada vez mais descart&#225;veis, que surgem principalmente na forma de embalagens, est&#225; levando o homem a uma produ&#231;&#227;o cont&#237;nua de res&#237;duos.&#160;Este modelo de desenvolvimento sustentado, que visa apenas o crescimento econ&#244;mico em detrimento de um modelo mais sustent&#225;vel e mais social, est&#225; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;(*)Estamos vivendo a era do &ldquo;sup&eacute;rfluo&rdquo;, do &ldquo;descart&aacute;vel&rdquo;. O consumo indiscriminado de objetos cada vez mais descart&aacute;veis, que surgem principalmente na forma de embalagens, est&aacute; levando o homem a uma produ&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua de res&iacute;duos.&nbsp;Este modelo de desenvolvimento sustentado, que visa apenas o crescimento econ&ocirc;mico em detrimento de um modelo mais sustent&aacute;vel e mais social, est&aacute; criando diversos desafios para as gera&ccedil;&otilde;es futuras. Um destes desafios, e que est&aacute; diretamente voltado para a sustentabilidade da vida e do meio ambiente no futuro, ser&aacute; o que fazer com todo este lixo gerado pelas gera&ccedil;&otilde;es anteriores, visto que quase todo este res&iacute;duo &ndash; t&oacute;xico ou prejudicial para o nosso ambiente &ndash; leva anos e at&eacute; mesmo centenas de anos para se decompor. O crescimento acelerado e cada vez mais desordenado das cidades, sem uma infra-estrutura b&aacute;sica que suporte e acompanhe o mesmo, causa o ac&uacute;mulo de res&iacute;duos s&oacute;lidos, que se trata do lixo dom&eacute;stico org&acirc;nico e inorg&acirc;nico, dos res&iacute;duos s&oacute;lidos ou semi-s&oacute;lidos provenientes das atividades industriais e de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os e dos restos de vegetais oriundos das pra&ccedil;as, parques, jardins e quintais.&nbsp;<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; De alguns anos para c&aacute;, com o aumento vertiginoso destes res&iacute;duos, os mesmos tornaram-se uma grande preocupa&ccedil;&atilde;o para o homem moderno, estando inserida a preocupa&ccedil;&atilde;o quanto ao seu destino na pauta dos grandes encontros mundiais sobre o meio ambiente, onde se discute a necessidade de uma maior destina&ccedil;&atilde;o de verbas, da cria&ccedil;&atilde;o de mais projetos na &aacute;rea, al&eacute;m de melhores m&eacute;todos e maneiras de reciclar eficazmente estes res&iacute;duos, de forma a diminuir o ac&uacute;mulo dos mesmos na natureza. No Brasil, a promo&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos de redu&ccedil;&atilde;o de lixo e a implanta&ccedil;&atilde;o da coleta seletiva voltada para a reciclagem e aproveitamento industrial &eacute; uma das a&ccedil;&otilde;es e recomenda&ccedil;&otilde;es dentre as 21 a&ccedil;&otilde;es priorit&aacute;rias descritas na Agenda 21 Brasileira, estando contemplada dentro do objetivo 9 desta agenda (Universalizar o saneamento ambiental protegendo o ambiente e a sa&uacute;de). <br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A correta destina&ccedil;&atilde;o destes res&iacute;duos tamb&eacute;m est&aacute; prevista no C&oacute;digo Estadual do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul (Lei Estadual N&ordm; 11.520, de 03.08.2000), T&iacute;tulo IV (Da gest&atilde;o dos recursos naturais e da qualidade ambiental), Cap&iacute;tulo XII (Dos res&iacute;duos). Este artigo afirma que a segrega&ccedil;&atilde;o dos res&iacute;duos s&oacute;lidos domiciliares na origem, visando ao seu reaproveitamento otimizado, &eacute; responsabilidade de toda a sociedade e ser&aacute; gradativamente implantada pelo Estado e pelos munic&iacute;pios, mediante programas educacionais e projetos de reciclagem. Apesar disto, ainda s&atilde;o muito t&iacute;midas as a&ccedil;&otilde;es voltadas para transformar este objetivo em algo concreto. Para que isto ocorra, &eacute; necess&aacute;rio que haja mudan&ccedil;as de comportamento, de condutas e de valores em nossa sociedade atual. Estas mudan&ccedil;as s&oacute; acontecer&atilde;o no momento em que a sociedade adquirir uma percep&ccedil;&atilde;o ambiental. Esta percep&ccedil;&atilde;o ambiental, que pode ser descrita como o ato do homem perceber o ambiente em que est&aacute; inserido, torna o cidad&atilde;o mais consciente e faz com que ele aprenda a proteger e cuidar do mesmo, tornando-o mais respons&aacute;vel ao agir, ajudando na mudan&ccedil;a de seus h&aacute;bitos de consumo. Como educadores ambientais cabe a n&oacute;s propagar estas id&eacute;ias, cuidando para que as mesmas ajudem na transforma&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais sustent&aacute;vel, mais justa e mais consciente. Por&eacute;m, para que isto ocorra, ser&aacute; necess&aacute;rio desfragmentar a vis&atilde;o individualista existente a partir da constru&ccedil;&atilde;o de uma vis&atilde;o coletiva de ambiente. <br />(*) Autor: Paulo Guilherme Stahnke</p>
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